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Adulto

Dengue

Protege de qual doença?

Protege contra a Dengue que  é uma doença infecciosa causada por um arbovírus (existem quatro tipos diferentes de vírus do dengue : DEN-1, DEN-2, DEN-3 e DEN-4). As epidemias geralmente ocorrem no verão , durante ou imediatamente após períodos chuvosos. Evolui como uma doença febril aguda, que pode apresentar um amplo espectro clínico: enquanto a maioria dos pacientes se recuperam, uma pequena parte progride para doença grave.

 

Qual a composição vacinal?

Trata-se de vacina atenuada, composta pelos quatro sorotipos vivos do vírus dengue, obtidos separadamente por tecnologia de DNA recombinante. Contém ainda aminoácidos essenciais (incluindo fenilalanina), aminoácidos não essenciais, cloridrato de arginina, sacarose, trealose di-hidratada, sorbitol, trometamol e ureia. O diluente é constituído por cloreto de sódio e água para injeções. Não contém adjuvantes e conservantes.

 

Quem deve tomar?

Dengvaxia está indicada para indivíduos entre 9 a 45 anos de idade, que já foram expostas previamente ao vírus da dengue.

 

Esquema vacinal:

Três doses com intervalo de seis meses.

Qual o local e a via de administração?

Deltóide; Subcutâneo

 

A vacina possui reações/ efeitos adversos?

As reações adversas mais frequentemente relatadas foram: dor de cabeça, dor no local da injeção, mal-estar e mialgia.

As reações foram geralmente de gravidade leve a moderada e de curta duração (até três dias). O início foi tipicamente observado em até três dias após a vacinação, com exceção da febre, que surge dentro de 14 dias após a aplicação da vacina.

 

Quais cuidados deve-se  ter antes e após aplicação vacinal?

  • A vacinação não requer qualquer cuidado prévio.
  • Adiar a vacinação em caso de doença febril aguda moderada a grave.
  • A vacinação de pessoas portadoras do vírus HIV deve ser avaliada por médico, que pode prescrevê-la se não houver comprometimento do sistema imunológico.
  • Em pacientes que receberam tratamento com doses elevadas de corticosteroides sistêmicos por duas semanas ou mais, é preciso adiar a vacinação até a função imunológica estar restaurada (no mínimo quatro semanas após a interrupção do tratamento).
  • As mulheres em idade fértil devem evitar engravidar por quatro semanas após vacinação.
Febre Amarela

Protege de qual doença?

A vacina atua contra a doença infecciosa causada por um flavivírus (vírus da febre amarela), da qual é transmitida por mosquitos, e aparece em algumas regiões específicas, reconhecidas como endêmicas.

Qual a composição vacinal?

Vacina de vírus vivo atenuado Cepa 17D-204.

Quem deve tomar?

Crianças a partir de 9 meses de idade, adolescentes e adultos que vivem em regiões brasileiras classificadas como áreas de recomendação de vacinação, ou em viagem nacional/internacional de risco para a doença, ou com obrigatoriedade de comprovação da vacinação.

Esquema vacinal:

  • Rotina: Uma dose  aos 9 meses e um reforço aos 4 anos de idade;
  • Para quem não recebeu as doses da rotina: uma única dose.
  • A viajantes para áreas com recomendação ou países que exigem o CIVP é recomendada uma dose caso não tenha comprovação vacinal.
  • Em situações de exigência da vacinação, a primeira dose deve ter sido aplicada no mínimo dez dias antes da viagem.

Qual o local e a via de administração?

É administrada no músculo deltóide, via subctânea.

A vacina possui reações/ efeitos adversos?

Em cerca de 5% dos vacinados apresenta-se quadro de febre e dor no corpo, que geralmente inciia após quatro dias da vacinação. Em casos raros podem ocorrer encealite pelo vírus vacinal  após 1 ano de idade.

Quais cuidados deve-se  ter antes e após a aplicação vacinal?

  • Não são necessários cuidados especiais antes da vacinação.
  • Em caso de febre recomenda-se adiar a vacinação até a melhora.
  • A administração da vacina em pacientes com lúpus eritematoso sistêmico ou outras doenças autoimunes deve ser avaliada com cuidado, pois pode haver imunossupressão nesses pacientes.
  • Pacientes transplantados de células de medula óssea também devem ser avaliados, considerando o estado imunológico e o risco epidemiológico, respeitando-se o período mínimo de 24 meses após o transplante.
  • Qualquer sintoma grave e/ou inesperado após a vacinação deve ser notificado ao serviço que a realizou.
  • Todo e qualquer evento adverso grave e/ou inesperado deve ser notificado às autoridades de Saúde.

CURIOSIDADE:

  • Imunogenicidade superior a 95%.
  • A proteção se inicia sete a dez dias após a vacinação.
  • A comprovação de vacinação é exigida por alguns países a viajantes brasileiros, já que o Brasil é considerado endêmico para a doença
  • O documento internacional de registro da vacina chama-se Certificado Internacional de Vacinação e Profilaxia (CIVP). Para emissão do CIVP, é preciso procurar os serviços públicos ou privados habilitados para tal, pessoalmente, e apresentar um documento de identidade com foto e a caderneta de vacinação com o registro da vacina.
Febre Tifóide

Protege de qual doença?

Contra febre tifoide.

Qual a composição vacinal?

Polissacarídeo capsular Vi purificado de Salmonella Typhi (cepa ty2),fenol, cloreto de sódio, fosfato diissódico diidratado, fosfato monossódico w agua para injeção.

Quem deve tomar?

Viajantes  a áreas de risco e algumas atividades profissionais

Esquema vacinal:

A partir de 2 anos de idade em dose única. Pode ser feita revacinação após 3 anos, se a indicação persistir.

Qual o local e a via de administração?

É administrada no músculo deltóide, via subctânea.

A vacina possui reações/ efeitos adversos?

Raramente pode haver dor, edema e hiperemia.

Quais cuidados deve-se  ter antes e após a aplicação vacinal?

  • Não são necessários cuidados especiais antes da vacinação.
  • Em caso de febre recomenda-se adiar a vacinação até a melhora.
  • A administração da vacina em pacientes com lúpus eritematoso sistêmico ou outras doenças autoimunes deve ser avaliada com cuidado, pois pode haver imunossupressão nesses pacientes.
  • Pacientes transplantados de células de medula óssea também devem ser avaliados, considerando o estado imunológico e o risco epidemiológico, respeitando-se o período mínimo de 24 meses após o transplante.
  • Qualquer sintoma grave e/ou inesperado após a vacinação deve ser notificado ao serviço que a realizou.
  • Todo e qualquer evento adverso grave e/ou inesperado deve ser notificado às autoridades de Saúde.
Hepatite A

Protege de qual doença?

Protege contra hepatite A, doença casada por um vírus que causa inflamação no fígado. Os sintomas mais comuns são febre, mal estar, enjôo, dor abdominal, vômitos, coloração amarelada na pele e olhos, fezes claras e urina escura, porém nada impede que a doença também seja assintomática, ou seja, não há nenhum sinal ou sintoma.

Qual a composição vacinal?

Vírus cultivados em células diplóides humanas e inativados em formaldeído. Contém alumínio.

Quem deve tomar?

Todas as pessoas acima de 12 meses de idade devem tomar a vacina.

Esquema vacinal:

Tanto infantil quanto o adulto devem ser feitos duas doses com intervalos de 6 meses.

  • As sociedades brasileiras de Pediatria (SBP) e de Imunizações (SBIm) recomendam a aplicação rotineira aos 12 e 18 meses de idade, ou o mais cedo possível, quando a vacinação não ocorrer nestas idades recomendadas.
  • O Programa Nacional de Imunizações (PNI) adotou, em 2016, esquema de dose única da vacina entre 15 meses e antes de completar 2 anos de idade.

Qual o local e a via de administração?

Até os 2 anos de idade deve ser feita no vasto lateral da coxa, a partir dos dois anos passa a ser feito no músculo deltóide. A via de aplicação é intramuscular.

A vacina possui reações/ efeitos adversos?

Em alguns casos podem ocorrer: mal-estar, vômitos, náuseas, perda de apetite, neuropatia e eritema multiforme. Assim como podem ocorrer febre, dor, vermelhidão e inchaço local.

Quais cuidados deve-se ter antes e após aplicação vacinal?

  • Não são necessários cuidados especiais antes da vacinação.
  • Em caso de doença aguda com febre alta, a vacinação deve ser adiada até que ocorra a melhora.
  • Em pessoas com doenças que aumentam o risco de sangramento, a aplicação intramuscular pode ser substituída pela subcutânea.
  • Compressas frias aliviam a reação no local da aplicação. Em casos mais intensos pode ser usada medicação para dor, sob prescrição médica.
  • Qualquer sintoma grave e/ou inesperado após a vacinação deve ser notificado ao serviço que a realizou.

Sintomas de eventos adversos persistentes, que se prolongam por mais de 72 horas (dependendo do sintoma), devem ser investigados para verificação de outras causas

 

Hepatite B

Protege de qual doença?

A vacina permite a proteção contra hepatite B e consequentemente a hepatite D. A doença hepática causada pelo vírus causam icterícia, prostação, vômitos e hepatomegalia.

Qual a composição vacinal?

A vacina consiste de subunidades do vírus da hepatite B (HBsAg) produzidas em células de fungo (S. cerevisiae)por recomendação genética. Contém alumínio.

Quem deve tomar?

Todos devem tomar, preferencialmente deve-se iniciar a imunização nas primeiras 12 horas de vida.

Esquema vacinal:

Três doses (0,30 e 180 dias).

A primeira dose deve ser aplicada nas primeiras 12 horas de vida, e a terceira não deve ser feita antes dos 6 meses após a primeira aplicação.

Qual o local e a via de administração?

Até os 2 anos de idade deve ser feita no vasto lateral da coxa, a partir dos dois anos passa a ser feito no músculo deltóide. A via de aplicação é intramuscular.

A vacina possui reações/ efeitos adversos?

Dor, vermelhidão, formação de nódulo e inchaço local.

Quais cuidados deve-se  ter antes e após aplicação vacinal?

  • Não são necessários cuidados especiais antes da vacinação.
  • Em caso de doença aguda com febre alta, a vacinação deve ser adiada até que ocorra a melhora.
  • Em pessoas com doenças que aumentam o risco de sangramento, a aplicação intramuscular pode ser substituída pela subcutânea.
  • Compressas frias aliviam a reação no local da aplicação. Em casos mais intensos pode ser usada medicação para dor, sob prescrição médica.
  • Qualquer sintoma grave e/ou inesperado após a vacinação deve ser notificado ao serviço que a realizou.
  • Sintomas de eventos adversos persistentes, que se prolongam por mais de 72 horas (dependendo do sintoma), devem ser investigados para verificação de outras causas.
Herpes Zoster

Protege de qual doença?

Prevenção do herpes-zóster; prevenção de neuralgia pós-herpética ( NPH);redução da dor aguda e crônica associada ao herpes-zoster.

Qual a composição vacinal?

Composta por vírus vivos atenuados da varicela zóster (VVZ) da cepa Oka/Merck, sacarose, gelatina, ureia, cloreto de sódio, levoglutamato de sódio monoidratado, fosfato de sódio dibásico, fosfato de potássio monobásico, cloreto de potássio, traços de neomicina e de soro de bezerro e água para injeção. Não contém conservantes.

Quem deve tomar?

A vacina está licenciada para pessoas com 50 anos ou mais e é altamente recomendada para maiores 60 anos de idade.

Esquema vacinal:

Uma dose.

Qual o local e a via de administração?

Músculo deltóide via subcutânea.

A vacina possui reações/ efeitos adversos?

Dor, vermelhidão e inchaço no local.

Quais cuidados deve-se  ter antes e após aplicação vacinal?

  • A vacinação não requer qualquer cuidado prévio.
  • Adiar a vacinação em caso de doença febril aguda.
  • A vacinação de pessoas portadoras do vírus HIV deve ser avaliada por médico, que pode prescrevê-la se não houver comprometimento do sistema imunológico.
  • No caso de pacientes que já tiveram herpes zóster oftálmico, ainda não existem dados suficientes para indicar ou contraindicar a vacina.
  • Após quadro de herpes zóster, é preciso aguardar um ano para aplicar a vacina.
  • Até o momento não foi observada transmissão do vírus vacinal e doença (varicela) a partir de indivíduos que receberam a vacina varicela zóster.
HPV

Protege de qual doença?

A vacina atua na proteção contra o  HPV (papilomavírus) humano é um vírus que atinge a pele e as mucosas, podendo causar verrugas ou lesões percursoras de câncer, como o câncer de colo de útero, garganta ou ânus. O nome HPV é uma sigla inglesa para “Papiloma vírus humano” e cada tipo de HPV pode causar verrugas em diferentes partes do corpo.O HPV é altamente contagioso; assim, é possível adquiri-lo com uma única exposição. Estima-se que muitas pessoas adquirem o HPV nos primeiros 2-3 anos de vida sexual ativa. Dois terços das pessoas que tiveram contato sexual com um parceiro infectado vão desenvolver uma infecção pelo HPV no período de 3 meses, de acordo com a OMS.A maioria das mulheres fica sabendo que tem o HPV por intermédio de um resultado anormal do exame de Papanicolau.

Qual a composição vacinal?

HPV- Oncogênica- GSK:  Subunidades do tipo HPV 16 e 18,produzidas em culturas de células de mosquitos por recombinação genética. Contém adjuvante AS04.

HPV- Quadrivalente-MSD: subunidades dos tipos HPV 6,11,16 E 18, produzidos em culturas de S.cerevisiae, por recombinação genética. Contém adjuvante hidroxidofosfato de alumínio. Proteção em torno de 100% para os tipos contidos na vacina.

Quem deve tomar?

HPV- Oncogênica-GSK:  Mulheres  acima de 9 anos de idade.

HPV- Quadrivalente-MSD: Mulheres acima de 9 anos ate 45 anos de idade, e homens entre 9 e 26 anos de idade.

Esquema vacinal:

HPV- Oncogênica-GSK:  Três doses. Intervalo mínimo entre a primeira e a segunda dose é de 1 mês, e 6 meses entre a primeira e a terceira.

HPV- Quadrivalente-MSD: Três doses (0,60,180 dias). O intervalo mínimo entre a primeira e a segunda doses é de um mês, entre a segunda e a terceira doses de 3 meses e de 4 meses entre a primeira e a terceira.

Qual o local e a via de administração?

Intramuscular profunda na região do deltóide.

A vacina possui reações/ efeitos adversos?

Em alguns casos, dor, vermelhidão e inchaço no local de aplicação.

Quais cuidados deve-se  ter antes e após aplicação vacinal?

  • Antes de se vacinar, a mulher deve ter certeza de que não está grávida. Contudo, se a vacina for aplicada sem que se saiba da gravidez, nenhuma intervenção se faz necessária. Quando a gestação tem início antes de o esquema estar completo, deve-se suspender a vacinação e retomá-la após o parto.
  • Não são necessários cuidados especiais antes da vacinação.
  • Em caso de doença febril moderada ou grave, deve-se adiar a vacinação até que ocorra a melhora.
  • Compressas frias aliviam a reação no local da aplicação.
  • Qualquer sintoma grave e/ou inesperado após a vacinação deve ser notificado ao serviço que a realizou.
  • Sintomas de eventos adversos graves ou persistentes, que se prolongam por mais de 24 a 72 horas (dependendo do sintoma), devem ser investigados para verificação de outras causas.
Influenza (gripe)

Protege de qual doença?

Protege contra infecção pelos tipos de vírus influenza contidos na vacina.

Qual a composição vacinal?

Vírus cultivado em ovos embrionados, inativados e fracionados. É produzido anualmente com as cepas dos vírus recomendadas pela Organização Mundial de Saúde para o Hemisfério Sul.  Trivalente com duas cepas A e uma cepa B, ou Quadrivalente contendo duas cepas A e duas cepas B. Contém traços de neomicina, dependendo do fabricante.

Quem deve tomar?

Indicada prioritariamente para adultos maiores de 50 anos; crianças maiores de 6 meses e menores de5 anos de idade, trabalhadores de saúde; grávidas; e todos  indivíduos que queiram diminuir o risco de influenza.

Esquema vacinal:

Infantil (0,25 ml): 6 e 35 meses de idade, devem ser aplicados  duas doses com intervalo de 30 dias entre cada doses no primeiro ano de vacinação. Após primeiro ano de vacinação , apenas uma dose.

Adulto (0,5 ml): 3 a 8 anos de idade, no primeiro ano de vacinação deve  ser aplicado duas doses com intervalo de 30 dias. Maiores de 9 anos: apenas uma dose a cada ano.

Qual o local e a via de administração?

Até os 2 anos de idade deve ser feita no vasto lateral da coxa, a partir dos dois anos passa a ser feito no músculo deltóide. A via de aplicação é intramuscular, pode ser feita também via subcutânea.

A vacina possui reações/ efeitos adversos?

Dor localizada, vermelhidão e inchaço no local. Podem ocorrer febre baixa e dor muscular.

Quais cuidados deve-se  ter antes e após aplicação vacinal?

  • Não são necessários cuidados especiais antes da vacinação.
  • Em caso de febre, deve-se adiar a vacinação até que ocorra a melhora.
  • Compressas frias aliviam a reação no local da aplicação. Em casos mais intensos pode-se usar medicação para dor, sob recomendação médica.
  • Qualquer sintoma grave e/ou inesperado após a vacinação deve ser notificado ao serviço que a realizou.
  • Sintomas de eventos adversos persistentes, que se prolongam por mais de 24 a 72 horas (dependendo do sintoma), devem ser investigados para verificação de outras causas.
Meningocócica conjugada (ACWY)

Protege de qual doença?

Protege contra o Meningococo dos sorogrupos A,C,W e Y, causadores das principais causas da meningite bacteriana, caracterizada por inflamação da membrana que envolve o cérebro e a medula espinhal. É, também, importante causa de septicemia devido às suas complicações

Qual a composição vacinal?

Oligossacarídeos meningocócicos A,C,W e y  conjugados  à proteína CRM de C. diphtheriae ou TT toxoide tetânico.

Quem deve tomar?

Crianças acima de 2 meses de idade, adolescentes e adulto, com risco de exposição a meningococo dos sorogrupos A,C,W,e Y.

Esquema vacinal:

Entre 2 e 12 meses de idade: duas doses com intervalo de 2 meses entre as doses, reforço no segundo ano de vida e aos 5 anos de idade, podendo ser intercalada com a meningocócica C na ausência da quadrivalente.

Adolescentes: duas doses, aos 11 anos e 5m anos após.

Adultos: dose única.

Qual o local e a via de administração?

Até os 2 anos de idade deve ser feita no vasto lateral da coxa, a partir dos dois anos passa a ser feito no músculo deltóide. A via de aplicação é intramuscular.

A vacina possui reações/ efeitos adversos?

Podem ocorrer eritema, dor local, prurido, mal-estar e febre.

Quais cuidados deve-se  ter antes e após aplicação vacinal?

  • Não são necessários cuidados especiais antes da vacinação.
  • Em caso de febre, deve-se adiar a vacinação até que ocorra a melhora.
  • Compressas frias aliviam a reação no local da aplicação. Em casos mais intensos pode-se usar medicação para dor, sob recomendação médica.
  • Qualquer sintoma grave e/ou inesperado após a vacinação deve ser notificado ao serviço que a realizou.
  • Sintomas de eventos adversos persistentes, que se prolongam por mais de 24 a 72 horas (dependendo do sintoma), devem ser investigados para verificação de outras causas.
Pneumocócica conjugada (VPC13 e VPP23)

Protege de qual doença?

A vacina anti-pneumocócica conjugada protege contra doenças pneumocócicas causadas peloStreptococcus pneumoniae ou pneumococo. Esta bactéria é uma das principais causas de doenças importantes como: Meningite, pneumonia, septicemia, otite média e sinusite.

Qual a composição vacinal?

A VPC13 é composta de 13 sorotipos de Streptococcus pneumoniae (pneumococo) conjugados com a proteína CRM197. Contém também sais de alumínio, cloreto de sódio, ácido succínico, polissorbato 80 e água para injeção.

A VPPC23 É composta de partículas purificadas (polissacarídeos) das cápsulas de 23 tipos de Streptococos pneumoniae (pneumococo), cloreto de sódio, água para injeção e fenol.

Quem deve tomar?

VPC13: Para crianças a partir de 2 meses e menores de 6 anos de idade é recomendada a vacinação rotineira com VPC10 ou VPC13. Para crianças com mais de 6 anos, adolescentes e adultos portadores de certas doenças crônicas, recomenda-se esquema com as vacinas VPC13 e VPP23. Para maiores de 50 anos e, sobretudo, para maiores de 60, recomenda-se esquema com as vacinas VPC13 e VPP23.

VPPC23 : Para crianças acima de 2 anos, adolescentes e adultos que tenham algum problema de saúde que aumenta o risco para doença pneumocócica (diabetes, doenças cardíacas e respiratórias graves; sem baço ou com o funcionamento comprometido desse órgão; com problemas de imunidade, entre outras condições).Para pessoas a partir de 60 anos deve ser aplicada de rotina. Não é recomendada como rotina para crianças, adolescentes e adultos saudáveis.

Esquema vacinal:

VPC13:

  • Vacinação infantil de rotina, quatro doses: aos 2, 4 e 6 meses de vida e reforço entre 12 e 15 meses.
  • Para crianças entre 1 e 2 anos e não vacinadas: duas doses com intervalo de dois meses.
  • Para crianças entre 2 e 5 anos de idade e não vacinadas: uma dose.
  • Para crianças entre 2 e 5 anos e portadoras de doenças crônicas que justifiquem, pode ser necessário complementar a vacinação com a vacina pneumocócica polissacarídica 23-valente (VPP23).

Crianças que começam a vacinação com atraso, após os 6 meses de vida, precisam que seus esquemas sejam adaptados de acordo com a idade de início. A SBP e a SBIm recomendam que se a criança foi vacinada com a VPC10, se beneficia da proteção de uma dose adicional da VPC13, administrada dois meses após a última VPC10.

VPP23:

  • Recomenda-se a combinação da VPP23 com a VPC13. Idealmente, deve-se iniciar o esquema com a aplicação de vacina pneumocócica conjugada (VPC10 ou VPC13) — veja as indicações de cada uma — e aplicar uma dose da VPP23 seis a doze meses depois da dose da vacina conjugada, e outra cinco anos após a primeira dose de VPP23.
  • Na maioria das vezes não se recomenda aplicar mais de duas doses de VPP23.

 Qual o local e a via de administração?

Intramuscular.

A vacina possui reações/ efeitos adversos?

  • As reações adversas mais frequentes, que ocorrem com mais de 10% dos vacinados, são: dor no local da aplicação, inchaço ou endurecimento; vermelhidão; dor de cabeça; cansaço e dor muscular. Reações locais mais intensas, com inchaço de todo braço, chegando até o cotovelo, hematoma e manchas vermelhas podem ocorrer.
  • Todas as reações adversas são mais frequentes após revacinação com períodos de tempo curtos. Acredita-se que estejam relacionadas com a presença de grande quantidade de anticorpos no organismo.

Quais cuidados deve-se  ter antes e após aplicação vacinal?

  • Não são necessários cuidados especiais antes da vacinação.
  • Em caso de febre, deve-se adiar a vacinação até que ocorra a melhora.
  • Compressas frias aliviam a reação no local da aplicação.
  • Qualquer sintoma grave e/ou inesperado após a vacinação deve ser notificado ao serviço que a realizou.
  • Sintomas de eventos adversos graves ou persistentes, que se prolongam por mais de 24 a 72 horas (dependendo do sintoma), devem ser investigados para verificação de outras causas.
Tríplice bacteriana acelular (dTpa - difteria, tétano e coqueluche acelular)

Protege de qual doença?
Infecções que causam Difteria, Tétano e Coqueluche.

Qual a composição vacinal?
Três ou dois antígenos purificados de pertussis  (acelular); tocoides tetânico e diftérico inativados; e n DTpa-IPV 3 sorotipos do vírus da pólio inativados.

Quem deve tomar?
Crianças a partir de 9 meses de idade, adolescentes e adultos que vivem em regiões brasileiras classificadas como áreas de recomendação de vacinação, ou em viagem nacional/internacional de risco para a doença, ou com obrigatoriedade de comprovação da vacinação.

Esquema vacinal:

DTPa:

  • Pediatrica: Idade mínima a partir de 2 meses de idade.
  • O esquema de 2,4,6 meses, 1º reforço aos 15 meses e 2º reforço entre 4 e 6 anos. Não aplicar após 6 anos.

dTpa:

  • Idade mínima a partir dos 4 anos de idade como 2º reforço da dose pediátrica.
  • Recomendada para ser aplicada na gravidez de preferência  no último trimestre de gestação.

Qual o local e a via de administração?
É administrada no músculo deltóide, via  IM em maiores de 2 anos.

A vacina possui reações/ efeitos adversos?
Mais comuns: dor, vermelhidão e inchaço no local da aplicação.

Quais cuidados deve-se  ter antes e após a aplicação vacinal?

  • Não são necessários cuidados especiais antes da vacinação.
  • Em caso de febre recomenda-se adiar a vacinação até a melhora.
  • A administração da vacina em pacientes com lúpus eritematoso sistêmico ou outras doenças autoimunes deve ser avaliada com cuidado, pois pode haver imunossupressão nesses pacientes.
  • Pacientes transplantados de células de medula óssea também devem ser avaliados, considerando o estado imunológico e o risco epidemiológico, respeitando-se o período mínimo de 24 meses após o transplante.
  • Qualquer sintoma grave e/ou inesperado após a vacinação deve ser notificado ao serviço que a realizou.
  • Todo e qualquer evento adverso grave e/ou inesperado deve ser notificado às autoridades de Saúde.
Tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola)

Protege de qual doença?

Proteção contra rubéola, sarampo, caxumba.

Qual a composição vacinal?

Compõe-se  vacina atenuada, contendo vírus vivos “enfraquecidos” do sarampo, da rubéola e da caxumba; aminoácidos; albumina humana; sulfato de neomicina; sorbitol e gelatina. Contém também traços de proteína do ovo de galinha usado no processo de fabricação da vacina.

No Brasil, uma das vacinas utilizadas na rede pública contém traços de lactoalbumina (proteína do leite de vaca).

Quem deve tomar?

Crianças, adolescentes e adultos.

Esquema vacinal:

  • Para ser condisiderada protegida, todo indivíduo dever ter tomado duas doses na vida, com intervalo mínimo de um mês, independentemente da idade.
  • Na rotina do Programa Nacional de Imunizações (PNI) para a vacinação infantil, a primeira dose desta vacina é aplicada aos 12 meses de idade; e aos 15 meses (quando é utilizada a vacina combinada à vacina varicela [quádrupla viral: SCR-V]).
  • Para crianças, a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) recomendam como rotina duas doses, uma aos 12 meses e a segunda quando a criança tiver entre 1 ano e 3 meses e 2 anos de idade, junto com a vacina varicela, podendo ser usadas as vacinas separadas (SCR e varicela) ou combinada (quádrupla viral: SCR-V).
  • Crianças mais velhas, adolescentes e adultos não vacinados: duas doses com intervalo de um a dois meses.

Qual o local e a via de administração?

Músculo deltóide via subcutânea.

A vacina possui reações/ efeitos adversos?

Em geral, entre 3 e 12 dias após a vacinação. Podem ocorrer dor e edema local, febre, machas vermelhas e calor nas articulações. Raramente: encefalite, pancreatite, orquite, púrpura e parotidite.

Quais cuidados deve-se  ter antes e após aplicação vacinal?

  • Pessoas que usaram medicamentos imunossupressores devem ser vacinadas pelo menos um mês após a suspensão do uso do medicamento.
  • Pessoas em uso de quimioterápicos contra câncer, ou outro medicamento que cause imunossupressão, só podem ser vacinadas três meses após a suspensão do tratamento.
  • Pessoas que receberam transplante de medula óssea só podem ser vacinadas de 12 a 24 meses após a cirurgia.
  • É aconselhável evitar a gravidez por 30 dias após a vacinação. Mas caso a vacinação aconteça inadvertidamente durante a gestação, ou a mulher engravide logo depois de ser vacinada, não é indicada a interrupção da gravidez, pois o risco de problemas para o feto é teórico, por tratar-se de vacina atenuada. Não há relatos na literatura médica de problemas decorrentes desse tipo de situação.
  • Qualquer sintoma grave e/ou inesperado após a vacinação deve ser notificado ao serviço que a realizou.
  • Em caso de febre, deve-se adiar a vacinação até que ocorra a melhora.
  • Compressas frias aliviam a reação no local da aplicação.
  • Sintomas de eventos adversos graves ou persistentes, que se prolongam por mais de 24 a 72 horas (dependendo do sintoma), devem ser investigados para verificação de outras causas.

 

Varicela (catapora)

Protege de qual doença?

Proteção contra rubéola, sarampo, caxumba e varicela.

Qual a composição vacinal?

Trata-se de vacina atenuada, contendo vírus vivos “enfraquecidos” do sarampo, da rubéola, da caxumba e da varicela (catapora), lactose anidra, sorbitol, manitol, aminoácidos, traços de neomicina e água para injeção. Contém traços de proteína do ovo de galinha usado no processo de fabricação da vacina.

Quem deve tomar?

  • A vacina SCR-V está recomendada para crianças e adolescentes com menos de 12 anos em substituição às vacinas tríplice viral (SCR) e varicela, quando a aplicação destas duas for coincidente.
  • O Programa Nacional de Imunizações (PNI) adotou a vacina SCR-V para a aplicação da segunda dose da vacina SCR e dose única da vacina varicela.

Esquema vacinal:

O sistema público disponibiliza de rotina uma dose de varicela apenas na apresentação SCR-V, aplicada aos 15 meses, nas crianças que já receberam a primeira dose de tríplice viral. Em relação à varicela, a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) recomendam duas doses da vacina, com intervalo de três meses: aos 12 meses e entre 15 e 24 meses de idade. Essas doses coincidem com o esquema de vacinação da vacina SCR e, portanto, o uso da vacina SCR-V pode ser adotado.

Qual o local e a via de administração?

Músculo deltóide via subcutânea.

A vacina possui reações/ efeitos adversos?

Em geral, entre 3 e 12 dias após a vacinação. Podem ocorrer dor e edema local, febre, machas vermelhas e calor nas articulações. Raramente: encefalite, pancreatite, orquite, púrpura e parotidite.

Quais cuidados deve-se  ter antes e após aplicação vacinal?

  • Crianças que usaram medicamentos imunossupressores podem ser vacinadas pelo menos um mês após a suspensão do uso do medicamento.
  • Crianças em uso de quimioterapia para tratamento de câncer, ou outras drogas que causam imunossupressão, só podem ser vacinadas três meses após a suspensão do tratamento.
  • Crianças que receberam transplante de medula óssea só podem ser vacinadas de 12 a 24 meses após o procedimento.
  • Qualquer sintoma grave e/ou inesperado após a vacinação deve ser notificado ao serviço que a realizou.
  • Em caso de febre, deve-se adiar a vacinação até que ocorra a melhora.
  • Compressas frias aliviam a reação no local da aplicação.
  • Sintomas de eventos adversos graves ou persistentes, que se prolongam por mais de 24 a 72 horas (dependendo do sintoma), devem ser investigados para verificação de outras causas.